Mentiras Disfarçadas: Eu Me Amo

 


Uma meia-verdade que tem influenciado profundamente a nossa cultura e a igreja moderna é esta: “Nosso bem-estar depende de uma autoestima elevada.”

Nos últimos 40 a 50 anos, o mundo tem proclamado a importância de elogiar, afirmar e aprovar a nós mesmos e aos outros, especialmente às nossas crianças.

O mundo não salvo não consegue aceitar o fato de que somos seres humanos caídos e pecadores, então criou a mentira disfarçada da autoestima para afirmar que todos os problemas humanos — sejam crimes violentos ou depressão — existem porque as pessoas não pensam bem o suficiente sobre si mesmas.

A Escritura diz algo bem diferente:

“Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um de vocês: não pense de si mesmo além do que convém; pelo contrário, tenha uma avaliação equilibrada, de acordo com a medida da fé que Deus concedeu a cada um.”
Romanos 12:3

Essa filosofia da autoestima está vagamente relacionada à meia-verdade do “não julgue”, que nos diz para não julgar o pecado nem os pecadores. E estudos mostram que a filosofia da autoestima criou um mundo de adultos autoconfiantes e seguros de si, mas que carecem de motivação e autocontrole. Ela também impulsionou o movimento dos “limites”, porque pessoas muito seguras de si tendem a encerrar relacionamentos quando não são constantemente afirmadas.

Os cristãos precisam entender que somos chamados à humildade e ao sacrifício pessoal, não ao orgulho e ao senso de direito.

“E quem não toma a sua cruz e não me segue não é digno de mim.”
Jesus, Mateus 10:38

É importante compreendermos como essa mentira da autoestima está entrelaçada em muitos ensinamentos “cristãos”. Precisamos substituir a autoestima pela estima em Deus para termos uma visão correta de nós mesmos.

Notas de Amor na Bíblia

Usado com Permissão de 1-Minute Bible Love Notes

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