Quando Cristãos Justificam e Promovem Mentiras Sobre Deus
Se um livro ou filme de ficção retrata uma pessoa real, essa pessoa pode processar por difamação se o personagem se comportar de maneiras que a representem de forma incorreta. Na verdade, é possível ganhar processos de difamação mesmo se um personagem fictício se parecer muito com alguém, mesmo que não tenha o seu nome.
Dizer que algo é “apenas ficção” não convence a lei, porque existe grande poder na palavra escrita, seja ficção ou verdade. A palavra escrita pode prejudicar, enganar, induzir ao erro e colocar em perigo.
Se meu marido fosse mal representado em um livro de ficção, pode ter certeza de que eu estaria lá para defender a honra dele. E há apenas uma pessoa mais importante para mim do que meu marido — meu Senhor.
É por isso que fico triste ao ouvir tantos cristãos justificando e desculpando erros sobre Deus em entretenimentos populares com a desculpa “É só ficção” ou, no caso de The Chosen, “Não é Escritura”.
Mas fica ainda pior, porque essas desculpas quase sempre são seguidas pela alegação de que isso está atraindo um número enorme de pessoas para Deus.
Que exemplo perfeito de aceitar “outro Jesus” ou “outro evangelho”, como mencionado em 2 Coríntios 11:3-4. Como não é Escritura ou apenas ficção, os cristãos acham maravilhoso compartilhar um evangelho distorcido com milhões de pessoas.
Deus diz que aqueles que mudam Sua Palavra estão interessados em controvérsias doentias e, às vezes, fazem isso simplesmente para ganhar dinheiro (1 Timóteo 6:3-5).
Nosso objetivo como cristãos é promover coisas que transmitam com cuidado e precisão o caráter de Deus e Sua Palavra. Como Jeremias explicou: “O que o trigo tem a ver com a palha?” (Jeremias 23:28-32).
Notas de Amor na Bíblia
Usado com Permissão de 1-Minute Bible Love Notes

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